Volkswagen Golf eHybrid: um modelo imprescindível entre os híbridos plug-in?
A nova Golf eHybrid da Volkswagen é um pouco como tentar conquistar o topo do Everest de chinelos: dá para questionar se estamos sérios ou brincando com o mundo. Em um universo automotivo onde o híbrido plug-in pode, por vezes, parecer um casaco de lã em pleno agosto, é tentador perguntar: a Golf eHybrid é realmente um modelo a ser levado a sério? Após um teste na Bretanha, parece que a busca pela economia de energia e por desempenho é mais do que uma simples miragem no deserto dos híbridos recarregáveis.
O desempenho escondido sob o verniz
Para o comum dos mortais, uma potência combinada de 204 cv é a garantia de uma condução dinâmica. A Volkswagen decidiu, então, equipar esta Golf com um motor térmico 1.5 turbo e um motor elétrico que, juntos, fazem parecer que uma pequena estrela da inovação automotiva se atreve a brilhar. E que autonomia! Mais de 140 km de autonomia é uma promessa tão tentadora quanto um menu à vontade – mas, como em todos os buffets, é preciso desconfiar das aparências. No terreno, os especialistas da Auto Plus mediram uma autonomia real um pouco superior a 100 km. Menos do que o esperado, é verdade, mas o suficiente para dar uma volta no bairro, tomando o cuidado de abastecer no caminho.
Uma condução agradável para o cotidiano
Integrar esta maravilha alemã nas estradas é um pouco como saborear um vinho tinto na temperatura ideal: tudo se harmoniza. A direção é precisa, o parecer dos bancos confortáveis é unânime e, apesar das 1,6 toneladas de metal, a Golf continua ágil. Na estrada ou na cidade, o equilíbrio entre o motor térmico e o elétrico está presente, oferecendo sensações de condução agradáveis, mesmo que não estejamos a bordo de uma Ferrari. Em outras palavras, ela consegue corresponder às expectativas enquanto permanece humilde. Diga adeus a paradas regenerativas bruscas; aqui, tudo flui, desde que se consiga ignorar alguns solavancos tímidos.
Design: um reestilização com toques sutis
No que diz respeito ao design, esta Volkswagen se esforçou para não cometer exageros. Algumas retouches nos para-choques, um redesenho das luzes, e voilà, um dress code modernizado que passa despercebido. Por dentro, as mudanças são mais notáveis, o que é uma boa notícia para aqueles que achavam que o design inicial da Golf 8 era uma incompreensão ergonômica. Adeus aos botões hápticos que faziam as pessoas grunhir, e olá aos verdadeiros botões! Enfim, um pequeno rejuvenescimento que não fez mal a este carro lendário.
E o porta-malas, e tudo mais?
Aí é onde a coisa pega. Como um avô que comeu queijo demais no jantar, o porta-malas da Golf eHybrid flerta com a decepção, oferecendo uma capacidade de apenas 280 L. É um pouco como colocar a carroça na frente dos bois: uma bateria aqui para o bom funcionamento, mas menos espaço para as bagagens. Então, talvez um final de semana prolongado com toda a família exija um pouco do espírito esportivo do usuário para se apropriar do espaço.
Uma referência ou uma utopia?
Quando se explora um pouco a fundo, a Golf eHybrid se apresenta como uma ambiciosa candidata ao trono dos híbridos recarregáveis. Com preços a partir de 43 990 €, ela não fala apenas sobre mobilidade sustentável, mas age em consequência. Considerando as últimas inovações automotivas, o design sóbrio e elegante, ou o desempenho que combina eficiência energética e prazer de dirigir, poderíamos acreditar que a Volkswagen está nos vendendo um verdadeiro carro do futuro. Desde que se mantenha em mente que o porta-malas continua sendo uma realidade a ser gerenciada.
Fonte: www.autoplus.fr
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La Golf eHybrid semble être un bon compromis entre performance et respect de l'environnement.
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