Interceptado a mais de 210 km/h ao volante de um Audi esportivo: um relatório preocupante dos gendarmes
Era de se esperar, um dia ou outro, ao longo de nossas estradas, uma nova pérola da humanidade fez as agulhas do conta-quilômetros vibrarem, lançando-se em uma corrida desenfreada com... ele mesmo. Sim, um motorista de Audi foi flagrado a módicos 210 km/h na nacional 150 entre Royan e Saintes, onde, tradicionalmente, seria prudente não flertar com as galinhas que atravessam. Este triste recorde, fruto da má ideia de ligar o motor de um esportivo, testemunha essa tendência contemporânea de ver a velocidade como um passatempo em vez de um crime. Os gendarmes da Charente-Maritime, armados com seus radares, pareciam tão aturdidos e desiludidos quanto os eternos espectadores de um espetáculo de palhaços em liberdade.
Quando o Audi se torna um foguete de ridículo
No dia 1º de maio, em plena época de férias, este querido motorista, um homem de 33 anos, pegou as rédeas, desfazendo-se dos limites da segurança viária. Enquanto a maioria dos motoristas impõe aos seus trajetos um ritmo que mal desafia o tédio, ele preferiu o frio na barriga da velocidade. Mas que visão exaltante para nossos gendarmes, não é mesmo? As blitz já tinham reportado uma enxurrada de infrações: 96 excessos de velocidade e 18 conduções sob efeitos de substâncias. Uma atmosfera de festa, como se pode imaginar.
As consequências de dirigir a cem por hora
Tudo isso por quê? Para ter seu permissão de conduzir apreendida num piscar de olhos, entre gritos de desespero e a apreensão de seu automóvel. Imagine a cena: este sujeito com o coração na ponta da língua, já imaginando um futuro sem seu precioso Audi, para quem a velocidade se tornara uma razão de viver — um verdadeiro ato de bravura para ele, indubitavelmente. Mas como um herói trágico, ele esqueceu que essa paixão pela velocidade inexorável não é sem consequências. Não apenas uma multa potencial de até 1.500 €, mas também a reação exacerbada da polícia, que apreendeu seu bem e o fez entrar no círculo dos neófitos da direção.
A absurda velocidade, um problema recorrente
Mas o que fazer em uma sociedade que, manifesto, tem dificuldade em preservar o bom senso? Quando os limites de velocidade não são mais do que tiras nas quais os imprudentes pintam suas rebeliões, pergunta-se para onde estamos indo. Talvez devêssemos começar a enfatizar a prevenção em vez de simplesmente punir. Um retorno a valores simples, como o bom senso, seria, portanto, bem-vindo. A Gendarmaria faz seu trabalho. Ela tem a missão de combater esses comportamentos de risco, embora, infelizmente, a maioria desses motoristas pareça sofrer de graves distúrbios de velocidade irreprimíveis.
Um apelo à reflexão
Esta cena não deve apenas nos fazer sorrir daquela maneira sarcástica que amamos. Ela também deve servir de espelho para a nossa sociedade, um coquetel delicado de loucuras automotivas, infrações e inconsciência. As autoridades públicas devem refletir seriamente sobre como endireitar essa roda giratória do desordem viária antes que a festa se transforme em verdadeira tragédia. Afinal, o comportamento ao volante é o reflexo da nossa época: espetacular, frequentemente perigoso, mas acima de tudo, desesperadamente repetitivo. Então, caros amigos, às suas volantes! Mantenham-se vigilantes e que da próxima vez, a velocidade não seja sua única companheira.
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La vitesse excessive est un vrai danger. Il faut vraiment réfléchir avant de prendre le volant.
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La vitesse excessive est un vrai danger, il faut vraiment repenser notre rapport à la route.
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C'est triste de voir la vitesse comme un jeu. La sécurité routière doit passer en priorité.
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La vitesse en soi est excitante, mais la sécurité doit passer en premier. Réfléchissons!
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